INFLUÊNCIA DO AFETO POSITIVO NA RELAÇÃO DE APRENDIZAGEM ENTRE ORIENTADOR E ORIENTANDO

Aline Beatriz de Souza, Rita de Cássia Santos Magalhães, Juliana de Fátima Leandro Vieira, Cristiane Aparecida Gonçalves, Melissa Lucchi

Resumo


O objetivo desta pesquisa foi identificar se afetos positivos experimentados por alunos de graduação em Administração e Ciências Contábeis da Faculdade de São José dos Campos (Bilac) influenciam na relação de aprendizagem mantida com seus professores orientadores de Trabalhos de Conclusão de Curso. Para a obtenção dos dados, utilizou-se a Subescala de Afetos Positivos e Negativos contida na Escala de Bem-Estar Subjetivo de Albuquerque e Tróccoli (2004). O instrumento foi administrado a 54 alunos dos dois cursos em abril de 2015. Estudantes de Administração afirmaram experimentar maior quantidade e intensidade de afetos positivos do que os de Contábeis. Isso pode ser explicado pelo fato de, no primeiro semestre de 2015, ter havido menos professores de Ciências Contábeis para orientar TCCs, acarretando maior quantidade de grupos orientados por cada professor e menor tempo de dedicação do docente aos orientandos, ocorrendo relacionamentos esparsos entre eles, o que justificaria maior quantidade de afetos negativos intensos em Contábeis.

Palavras-chave


Afeto Positivo; Aprendizagem; Relação orientador-orientando; Administração; Contabilidade

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ISSN: 2178-4833